Continuávamos sentados num banco de mármore, no estreito parque que se estendia ao longo da margem, entre o rio e o casario da cidade. Um local aprazível, que a população utilizava para as mais variadas actividades de lazer e descontracção.
- Pois é, meu caro - continuei - em Sulus não temos uma fórmula secreta ou mágica, para a felicidade e bem-estar da nossa sociedade. Mas temos sim um princípio que está na base de tudo o que fazemos, e ele é a auto-estima, ou amor-próprio como queiras chamar.
Podes afirmar que valorizamos acima de tudo a Educação, mas dirigida no sentido do desenvolvimento da auto-estima. E tal acontece desde bem cedo. Desde o berço diria mesmo.
- E porquê?! Porque só alguém com um saudável amor-próprio sabe fazer as melhores escolhas, para si próprio e para os outros.
7 comentários:
Saudações,
Muito interessante seu conto... Acredito tb na educação tal como os antigos gregos a concebiam, no sentido de formação humana e não meramente alfabética... Sem amor próprio não há amor a mais nada!
Linda produção!
Grande abraço!
Whesley Fagliari - Amigo da Sofia
Também concordo plenamente com você!
Tanto que, acredito que se a pessoa não tiver amor próprio, ela não terá amor consistente para com outras pessoas, e tampouco saberá o que é amar.
O amor próprio é necessário para que levantemos dos tropeços da vida com mais facilidade, acredito eu.
Sem educação não conseguimos encontrar a auto-estima suficiente para suportar as pressões do dia que nos são impostas pela sociedade.
[te amo]
Muito bem.
Saudades.
ManDrag
A perda de auto-estima é a perda de identidade. É sentir a frustração e a negatividade.
Mas se vivemos em sociedades que comparam, que se regem por estereótipos, que apontam e discriminam, como podemos preservar a auto-estima?
Só os muito fortes ou os privilegiados o conseguem.
Abraço
Nada de novo?
Saudades.
Amor próprio, sim! É indespensável:)
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Obrigada pela partilha do lindo texto e bom fim de semana*******
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